DEPOIMENTO DA MADHAVA: SATSANG ‘SINTO MUITO’

Saulo, tutor da Sangha Platina Solaris, iniciou no dia 14/09/21 uma série de 4 satsangs, chamada O Poder do Ho’oponopono. Cada satsang da série traz como tema os decretos do Ho’oponopono: Sinto Muito, Me Perdoe, Obrigado, e Eu te amo, e hoje trazemos aqui um depoimento muito especial sobre o primeiro satsang dessa série, que fala do Sinto Muito.

A querida voluntária Madhava Yah compartilhou com toda a sangha sua experiência durante a meditação realizada durante o satsang, e compartilhamos aqui para que você também se permita todas as possibilidades que estão disponíveis a nós quando nos colocamos vulneráveis para que a Luz se manifeste e flua através de nós.

“Bom dia a todos.
Quero contar minha experiência de ontem na meditação Sinto Muito com Saulo.
Tava tudo bem, até que na meditação ele falou para que fosse abrindo as portas, e a primeira porta, que foi a do coronário, já estava aberta. Como sempre eu senti a presença da luz pelo meu coronário, o que eu sinto sempre nas meditações, e foi se abrindo a porta da garganta, a porta do coração… de todos os chakras.

A do coração foi muito forte. Eu comecei sentir algumas coisas diferentes no meu corpo, e cada vez que as portas iam se abrindo em mim, a luz ia ficando mais forte, porque cada vez que abria as portas, a luz saía. E foi ficando muito forte. Chegou um ponto que eu não sentia mais o meu corpo – era só luz. Era uma luz muito forte, uma luz meio quadriculada com um azul índigo e um rosa bem forte que não era vermelho, era um tom de rosa bem forte.

Eu fiquei com medo porque, como eu não tô acostumada, tive medo, e eu suei muito, suava de pingar suor! Um suor muito grande. E aquela luz foi tomando totalmente conta de mim, que eu já não me percebia mais, o meu corpo. Eu só me percebia toda luz. Eu fiquei com medo. Inconscientemente eu abri o olho, depois fechei porque eu não conseguia nem abrir o olho, de tão forte que tava, fechei os olhos e veio na minha mente assim: medo de quê? Tudo tá no comando do Pai. Não precisa ter medo. Foi aí que eu tentei relaxar e me acalmar um pouco.

Até que foi indo devagarzinho… Eu fui tomando consciência do meu corpo aos poucos… E pra eu conseguir abrir o olho e enxergar alguma coisa demorou um pouco, porque quando eu abri o olho tava tudo muito turvo onde eu estava, e foi essa a experiência.

Depois eu refleti, pensei, pensei, e vi como que a gente não sabe quem a gente é mesmo. Tanto o Saulo fala: quem é você? ‘Eu sou Maria José’, eu sou isso, aquilo… Não é nada disso! Isso é o que você passa aqui no corpo. A gente não tem noção realmente do que a gente é, da luz que a gente é, da força que a gente é. A gente realmente não tem noção. O que eu percebi ali foi no momento que eu me entreguei, que eu abri as portas, eu tive uma mínima percepção da luz que todos nós somos. Foi esse o entendimento que eu tive. Um bom dia a todos.” Madhava Yah

Assista ao Satsang completo abaixo e inscreva-se no nosso canal do YouTube, que tem quase mil conteúdos gratuitos voltados para o despertar espiritual e expansão da consciência.

COMO SE CONSTRÓI UMA ESTAÇÃO DE LUZ?

Estar em Barreiras como voluntário é se permitir experienciar todos os dias uma nova oportunidade de expansão e percepção de si e do Todo. No último domingo, dia 22/08, rolou uma dinâmica muito divertida em Barreiras, no terreno da Estação Flor do Alto.

O arquiteto-chefe do projeto da Estação, Prem Atma Yah, convidou 8 voluntários do projeto The Golden Walk para uma brincadeira sensorial, numa proposta de sentir o local a partir de novos pontos de vista. Estavam presentes os voluntários Prem Ananda, Suryah, Prem Beeja, Annakkin, Shivalila, Akantha, Isis e Lucas.

Atma dividiu os voluntários em dois times de 4 pessoas, e a cada rodada uma pessoa de cada time ficava sem enxergar ou escutar, com vendas nos olhos e tampões nos ouvidos. Trazendo a atenção para os demais sentidos, a pessoa sem visão e audição era convidada a caminhar pelo terreno, sendo estimulada pelo Atma e pelo resto de seu time com diferentes tipos de orientações: “eu quero que você vá para um lugar de tranquilidade”, ou então “vá em direção ao lugar mais bonito”, “eu quero que você vá para onde estão os pássaros”, “vá para longe dos carros”, etc.

A voluntária Prem Ananda, em sua vez vendada.

Todo o time ficava responsável pela pessoa vendada da vez, cuidando para que ela não se colocasse em locais de perigo mas também estimulando-a de diversas formas: com toques inesperados, folhas e galhos pelo caminho, colocando pedras em suas mãos, andando ou correndo ao seu redor, girando seu corpo, etc.

Eventualmente, os tampões eram retirados dos ouvidos e a pessoa continuava o percurso apenas sem a visão, mas, nesse estágio, o resto do time é que colocava tampões nos ouvidos e ficava sem escutar a pessoa vendada. Nessa fase, a pessoa sem enxergar recebia algumas indagações pelo time, como: onde está a Akantha?, quem está atrás de você?, onde está a rodovia?, onde você está?, onde está a água?, qual o nome do cachorro que está do seu lado?, e a pessoa vendada respondia segundo sua percepção sensitiva.

Algo curioso: quando as pessoas vendadas foram perguntadas pelo time onde estava o lugar mais bonito, todas apontaram em direção ao Sol.

Cada um, em sua rodada vendado, foi convidado a encontrar o Seu Lugar em meio ao terreno, e a permanecer nele observando as sensações e emoções que vinham. Teve quem escolhesse ficar embaixo das árvores, teve quem escolhesse o terreno baldio, teve quem preferisse um relevo de pedras, teve quem ficou entre o sol e a sombra, e teve quem ficou totalmente perdido 😂. A área foi explorada através do tato e das sensações extrassensoriais, estimulando a intuição, a confiança, a atenção e a entrega.

Quando todos já tinham tido sua vez, todos sentaram em roda e trocaram sobre suas experiências, ao que Atma explicou o objetivo da brincadeira: entender como cada um se relaciona com o espaço e com tudo ao redor, como cada elemento influencia na percepção do ambiente, inclusive as pessoas, e como isso influencia na visão arquitetônica da construção da Estação. Houve diferentes partilhas sobre o que incomodou e o que ajudou durante o processo, a diferença entre estar vendado x estar acompanhando a pessoa vendada, o que foi sentido enquanto não ouvia e quando passou a ouvir, como os cachorros sempre acompanharam a pessoa que não via nem ouvia, como que guiando-a, dentre outras percepções. Foram compartilhadas as sensações sobre o Lugar de cada um e o porquê da escolha daquele lugar, trazendo a percepção de que nós sentimos o ambiente para muito além da visão e da audição.

Depois desse compartilhar, chegou a vez do arquiteto Atma, que estava conduzindo toda a dinâmica, caminhar pelo terreno sem enxergar ou escutar. Ele solicitou que os voluntários o conduzissem para o lugar mais bonito sem que pudessem tocá-lo e nem falar uns com os outros. Ele explorou o ambiente e os voluntários o foram guiando sem encostar, até que ele chegou ao local mais bonito escolhido pelos voluntários.

Prem Atma sem visão ou audição, sendo conduzido pelo Lucas.

Quando tirou as vendas, Atma percebeu que tinha andado para uma direção totalmente oposta à que pretendia, e disse:

– Aqui não é o lugar mais bonito. Eu já sei onde quero ir.

E então ele conduziu os 8 voluntários para onde Prem Beeja tinha ido em sua rodada vendada: para o meio do mato. Somente porque Beeja foi até lá sem saber para onde estava indo, ele teve a oportunidade de encontrar um barranco bem alto em meio a algumas árvores. Todos subiram até lá, e encontraram o lugar mais bonito:

Foi uma dinâmica muito interessante, de vários aprendizados e percepções, que permitiu com que os voluntários se percebessem como parte do ambiente e encontrassem o lugar de cada um dentro daquele espaço.

Da esquerda para a direita: Prem Ananda, Isis, Atma, Prem Beeja, Annakkin, Lucas, Akantha, Shivalila, e Suryah tirando a foto.

Gratidão, querido Atma, pela experiência e expansão de cada um, e da própria Estação Flor do Alto!

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O mito do copo de leite (de côco)

“Certa vez, no sertão baiano, havia um Mestre.

Por mais que parecesse às vezes (pelos olhos da dor) sádico, era na verdade a Pureza Manifesta. Tão puro como o leite (de côco). Eu não conseguia ver, e nem podia, pois havia tantos véus encobrindo a visão. Véus “lindos”.

Mas um dia, em meio às distrações normais de uma existência pacata, veio um vento e minha alma pôde ver: esse mesmo Mestre, através dos olhos da pureza, desfrutando como um menino um grande copo de leite (de côco). Ele dava risadas, abraçava o copo. Até pulinhos de alegria juro que vi.

Mestre, ancião, menino.

Bebia e agradecia. Até a última gota, foi todo o leite (já sabem).

Tudo isso, bem na minha frente. Dava pra sentir o amor brotar, a face rubrar, o tempo parar, o coração bater, a gratidão timbrada na face. Que momento, que eternidade.

Pai, que eu sempre perceba a pureza manifesta em ti, em mim, em toda parte. Que eu compreenda as lições de amor que é o viver. Que saiba com humildade agradecer e reconhecer o milagre. E renove sempre a gratidão por estar vivendo a benção da presença de ti aqui. Agora em corpo material à minha frente.

Que eu possa lhe oferecer o que sou, pura e genuína, única. Como o copo de leite (de côco).

Carta ao Buda Saulo Nardelli

É um milagre estar em sua presença.
🙏 Gratidão.”

Por Shivalila,
Voluntária de Campo do Be the Bee, a serviço no Golden Place Rosa de Ouro
(Barreiras, Bahia)

Metamorfose e despertar: voluntária Ana Burgos sobre ida a Barreiras

Me sinto, como se não me sentisse antes.

Sinto o desapegar do conhecido mas também o apego ao conhecido.
Sinto que posso voltar atrás, mas também sinto que é perda de tempo, pois venho caminhando de passinho em passinho para estar onde estou, com a coragem de me ouvir e escolher agir.

Sinto que cheguei em um ponto decisivo das minhas escolhas humanas em que posso continuar na zona de conforto ou ser o que vim ser em terra. E olha, eu já nem me questiono mais, eu só sinto e ajo.

Me sinto saindo de um casulo que era quente acolhedor, controlável e confortável. Sair é assustador porque não controlo e não conheço o que tem no externo do casulo, mas acredito que seja extraordinário porque não há limitações.

Nesse momento, agora, quero me ver, me reconhecer longe das influências maternas.

Quero estar em presença, porque eu sou tão alegre e livre que agora eu preciso ser livre também. Livre para estar aonde meu coração quiser estar, e isso traz minha criança desbravando o mundo aonde não existe nada além da curiosidade, do descobrir, do sentir, do expressar. Mas também amadurecer da tutora (EU) dessa criança, que acolhe, escuta, explica, respeita, e assim, vamos nos fortalecendo, e renascemos.

Então, hoje, minhas esperanças são de poder expandir. E eu sei, eu sei! que irei receber todo o apoio possível, e isso me deixa tão feliz, mas tão feliz, de poder ser compreendida, ouvida e respeitada.

Eu tenho tanto para dizer, para aprender, ouvir e reconhecer.

Ana Cláudia Burgos
em 19/05/2021 (11 dias antes da ida a Barreiras, BA.)

Estamos manifestando uma Estação de Luz com Ashram e Ecovila na Bahia. Quer ser um voluntário na sangha? 👉🏼 Clique aqui.

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DEVA KARAN YAH: a primeira!

A história que vamos contar hoje é mais uma das incríveis manifestações da Caminhada de Ouro – o projeto The Golden Walk. A cada passo dado, uma nova, linda surpresa do Pai encontra seu caminho até nós. 

Primeiro vivenciamos a doação do lote para construção da Estação Flor do Alto. Pouco depois, presenciamos a manifestação da Chácara Estrela das Águas, que receberá os voluntários do Bee The Bee. Agora, um presente vindo diretamente do Divino, uma semente plantada no coração de cada um de nós que floresce no momento certo. É sobre isso que iremos falar hoje – de algo muito lindo que aconteceu no último dia 22 de fevereiro.  

Em meados do mês de janeiro, alguns membros da Sangha Platina Solaris chegaram a Barreiras (BA) para iniciar os trabalhos de construção da primeira estação de luz, a Estação Flor do Alto. Após a instalação dos novos moradores no recém nascido Golden Place Barreiras [GPB], uma cerimônia foi conduzida por Saulo, o tutor da Sangha, na presença de vários voluntários do projeto, para o ancoramento do Portal Rosa de Ouro. Todos foram apresentados à casa e informados de que o GPB estava oficialmente aberto para receber voluntários. Foi então que Vivian Lemos, voluntária do projeto The Golden Walk, levantou a mão e se colocou disponível para o servir desinteressado. Vivian não tinha ideia, mas naquele momento, ela se abria para receber tudo aquilo que é de seu merecimento. 

Vivian Lemos chegou à Sangha em 2019, mas permaneceu no grupo por algum tempo sem se dar a oportunidade de uma participação efetiva nas atividades propostas. Foi somente em novembro de 2020, ao ouvir sobre a Estação Flor do Alto, que seu coração pulsou mais forte e ela retornou ao grupo. Em uma semana já havia se tornado voluntária do projeto The Golden Walk e, em um movimento de profunda entrega ao mistério divino, no dia 30 de janeiro de 2021, Vivian chegou à cidade de Barreiras, na Bahia, marcando o início do voluntariado no Golden Place Barreiras. 

Uma das práticas adotadas com os voluntários do GPB é uma Audiência com Saulo (momento de escuta profunda e atenciosa do Ser), tanto no início da estadia quanto na finalização do trabalho de voluntariado. Nos momentos em que se despedia da casa, após 25 dias de entrega abnegada, Vivian se sentou com Saulo para sua Audiência e finalização do serviço que ali havia sido entregue com tanto amor e dedicação. Através da prática da respiração profunda, harmonizaram a energia do campo e eis que algo muito lindo, puro e verdadeiro aconteceu. 

Ao olhar para Vivian à sua frente, o que Saulo viu foi somente uma flor violeta perolada, em tons bem suaves, inicialmente fechada. Aos poucos, a flor lentamente foi se abrindo, abrindo, abrindo… Até que se abriu completamente, e lá estava a Presença de Vivian. Serena, sua Presença olhou para Saulo e disse:

Karan. Deva Karan.

Naquele momento, Saulo soube que esse era o verdadeiro nome de Vivian, seu nome espiritual. Pelo fato de não saber e se abrir para a sabedoria do que é universal, do que é o Universo, do que é o Cosmos, Saulo foi pesquisar a origem do nome e assim descobriu: Karan é um nome originário do sânscrito indo-europeu, e significa “A PRIMEIRA”. 

Karan, quando recebeu a informação de seu nome, ainda sem entender, entrou em um estado de felicidade profunda, um estado de completude e pura emoção. Ela ria e sorria, e ria e sorria, dizendo que não conseguia explicar, mas todo o significado oculto de seu nome fazia jus a muitas coisas que somente ela conhecia sobre si mesma

Após esse momento, todos os presentes em Sangha receberam, em seu terceiro olho, o Kumkum (espécie de argila de cúrcuma vermelha embebedada no azeite), em sinal de vitalidade, gratidão e força. Todos uniram as mãos formando um círculo em volta de Karan, entoando seu nome por três vezes, emanando energia amorosa, desejando por três vezes amor, gratidão, fé, benção e compaixão. E assim, todos se abraçaram e choraram. Ao final, Prema Dhyaan ofereceu a todos água com flores de jasmim, ao que celebraram e brindaram a chegada d’A Primeira

É dessa forma que damos as boas-vindas à nossa PRIMEIRA voluntária do Bee The Bee: recebendo da sua própria alma o reconhecimento do serviço, da entrega, da gratidão, ao doar-se como seu próprio nome. Deva Karan Yah é agora o nome da Vivian para toda a Sangha.

Gratidão, DEVA KARAN YAH, de toda a Família Sangha Platina Solaris, por tamanha entrega em amor, fazendo jus ao seu próprio nome: a Primeira, a Desbravadora, a Corajosa!

Uma profunda reverência à Sua Presença! 🙏🏼

Depoimento da Mirtz

Olá, Saulo. Bom dia! Namastê.

Então kkk… quero trocar percepções com você. Ontem na reunião [atendimento coletivo] tive bastante vontade de falar como estava sentindo todas as questões levantadas, mas, apesar de não parecer, sou tímida e ainda carrego algumas crenças e estigmas limitantes que estão sendo trabalhados.

Na verdade, quero compartilhar sobre o Servir/trabalhar. Eu sempre fui uma pessoa de abraçar, sorrir, tratar as pessoas com gentileza e isso incomoda muito aos que ainda não entenderam que são luz e podem brilhar tanto quanto. Mas a questão é que incomoda tanto que uma vez uma colega de trabalho me pediu desculpas por me julgar mal, pois ela acreditava que não era possível uma pessoa chegar para trabalhar antes das 07:30h todos os dias dando bom dia animado e com sorriso largo no rosto e não ser falsa.

E quando você falou das diversas formas de trabalhar percebi que sempre trabalhei com meu melhor potencial até então. O sorriso, o abraço carinhoso. Faz sentido, certo? Acabei buscando explicação e propósito nos livros e conhecimento; sem muito sucesso, mas ajudou a chegar até aqui, nessa compreensão.

Uma outra coisa que quero compartilhar [é] sobre uma questão também falada ontem: estou no 19° dia do curso de Reiki e a uns 2/3 dias, ao auto aplicar, eu passei por um entendimento. Me parece a queda de um véu onde aceitei minhas limitações e pontos não-luz como parte da minha construção pelas crenças limitantes e me aceitei. Me dei um lindo abraço energético e amoroso que me fez chorar durante a meditação e o Reiki. Como tudo isso faz sentido, como me ajuda a entender meu propósito em existir aqui e me faz me amar e amar o próximo com mais verdade.

Ainda tenho muitos véus a retirar e algumas crenças limitantes a desfazer, mas sempre me senti um peixe fora d’água e hoje começa a fazer sentido o meu estar no Universo –  inclusive aqui. Por favor compartilhe com a Angélica essas palavras e minha profunda gratidão ao Universo e ao Criador por através de uma irmã de luz – Amanda – aqui na Terra e a vocês por serem facilitadores no meu caminhar.

Hoje revi esse vídeo em função do que você falou ontem e fui entender melhor como ressoava em mim. Entendi porque sempre senti uma saudade de chorar de algo que não sabia o que era. Era do meu Ser divino. Da unificação do meu ser colocado em dualidade.
Gratidão meu irmão de luz!
Mirtz
Rio das Ostras – RJ
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Depoimento(s) da Iane sobre a Sangha & os Grupos de Libertação

Amigos, gostaria de dar o meu depoimento das 4 CHAVES DO CRISTO e da SANGHA PLATINA SOLARIS.

Participem! Eu já participei de 3 e cada uma delas foi uma benção diferente. Mudaram minha vida! E agora estou participando pela 4a vez.

Foi através das 4 chaves que conheci a Sangha Platina Solaris. Estava passando por um momento de sofrimento pela doença e logo em seguida a perda da minha cachorrinha.

Em uma das chaves, que são 28 dias, estava sentindo choque em uma das mamas. E já havia sentido isso há mais tempo! E em uma das chaves a gente pede cura. E pedi a Deus que me curasse daquele choque e de qualquer problema que pudesse estar na mama!

Fiquei apreensiva e fui fazer os exames. E no ultrassom apareceu o nódulo da mama. Imaginem como fiquei? E continuei pedindo a Deus a cura! Pois estávamos terminando as chaves.

A biópsia deu um nódulo benigno mas algo no meu coração me pedia para retirá-lo e o médico fez a cirurgia. Nos exames de marcação do nódulo o médico especialista me disse que a melhor coisa que estava fazendo era retirá-lo.

Sei que Deus me curou naquele dia da chave que eu pedi veementemente. Porque o nódulo tinha um aspecto estranho! Apesar do aspecto estranho ele era benigno!

E através dessa cura tive a curiosidade de conhecer quem era aquele grupo!! Para minha surpresa tinha chegado ao grupo por um convite no grupo de WhatsApp da minha amiga de faculdade. E chegando no grupo vi um amigo do meu irmão.

Amigos, permaneço no grupo desde então. Tento participar de muitas reuniões. Só aprendo a cada dia!

Por isso eu peço: não deixe essa oportunidade passar na sua vida!! Façam as 4 chaves do Cristo!!

2o depoimento ->

Depois de entrar no grupo, o SAULO, ofereceu atendimento gratuito. A minha vida estava de cabeça para baixo, uma tristeza… já havia passado pela morte da minha cachorra, retirada nódulo da mama, minha mãe doente e meu casamento horrível! Parecia que Deus queria me provar algo!

No primeiro dia de terapia, dali a minha vida já mudou!

Participei de uma entrevista para mudança de cargo e fui aprovada. Dali só coisas boas têm me acontecido. EU SOU LUZ!

Foi quando comecei a fazer as terapias com o SAULO e não deixarei nunca mais!! Já trabalhamos várias curas.

Esse grupo é muito sério. O Saulo e Angelica se doam para o atendimento da Sangha.

Muita luz a vocês! Estou a disposição para podermos conversar e trocarmos experiências.

Iane Castro
(62) 984547323 – Brasília [DF]
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