AS QUATRO CHAMAS GUARDIÃS

Dentro de toda a sacralidade da espiritualidade que atua junto à nós, apresentaram-se a nós quatro Entidades Guardiãs para nos apoiar no que estamos realizando no planeta como Família de Luz.

Estamos falando de Quatro Chamas que atuam com a Egrégora Espiritual da Sangha Platina Solaris intensificando e fortalecendo a abertura do coração. São novos/velhos amigos que se juntam a nós nesse momento para auxiliar na manifestação do nosso propósito: reacender a Chama Viva da Consciência Divina no coração da Humanidade, para a Ascensão em Unidade.

As quatro chamas se fazem presentes também na Estação Flor do Alto, auxiliando em todo o processo de abertura do coração dentro da primeira estação, e se parecem com a imagem que você vê no topo desta página.

A primeira Chama Guardiã vem sob o nome EL CHAI (pronuncia-se ”El Rai”), um nome em hebraico que significa Deus Vivo. Essa chama está ao Norte da estação, trazendo a relembrança da chama viva de Deus em todos nós. El Chai traz uma energia masculina, e sua presença pode ser convocada através da nota musical B (si).
O Deus da Criação Viva que tudo permeia. (Josué 3:10)
Ó El Chai, manifesta a Tua presença viva e a Tua mensagem de Amor para mim, teu servo humilde neste Teu planeta em meio a miríades de mundos Teus. Amen.

A segunda Chama Guardiã se apresenta como EL GIBBOR, um nome também em hebraico que significa Deus de Força ou Deus Poderoso. El Gibbor está a Leste, trazendo todo o poder do Deus que se manifesta para todos nós também em uma energia masculina. Através do entoar da nota musical F# (fá sustenido), El Gibbor é convocado.
O Deus que atua através da sinergia fraterna manifestada nos rigores da vida (Isaías 10:21; Jeremias 32:18).
Ó Poder Divino que chamamos El Gibbor, que Tu me ajudes na minha fraqueza a entender os mistérios da mais ínfima partícula de Luz que expressa a plenitude de um bilhão de sóis, e que aguarda os Filhos e Filhas que serão os novos Adãos e Evas. Amen.

NAMO é o nome da terceira entidade guardiã em forma de chama: a saudação, reverência ao Poder Divino. Namo (lê-se ”namô”) traz uma energia feminina, e está associada ao Sul na estação. Pode-ser chamada através da nota E (mi).

A quarta e última Chama Guardiã chama-se SO HUNG (lê-se ”sôu hãm”).
SO é a energia, a vibração de fusão, e HUNG é a vibração do Infinito, daquilo que é Real; a essência da Criação. Assim, SO HUNG significa Eu Sou Vós, a representação da Unidade de tudo aquilo que É. Essa chama traz uma energia feminina, que está a Oeste e é convocada também através da nota musical F# (fá sustenido).

EL CHAI
EL GIBBOR

NAMO
SO HUNG

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COMO SE CONSTRÓI UMA ESTAÇÃO DE LUZ?

Estar em Barreiras como voluntário é se permitir experienciar todos os dias uma nova oportunidade de expansão e percepção de si e do Todo. No último domingo, dia 22/08, rolou uma dinâmica muito divertida em Barreiras, no terreno da Estação Flor do Alto.

O arquiteto-chefe do projeto da Estação, Prem Atma Yah, convidou 8 voluntários do projeto The Golden Walk para uma brincadeira sensorial, numa proposta de sentir o local a partir de novos pontos de vista. Estavam presentes os voluntários Prem Ananda, Suryah, Prem Beeja, Annakkin, Shivalila, Akantha, Isis e Lucas.

Atma dividiu os voluntários em dois times de 4 pessoas, e a cada rodada uma pessoa de cada time ficava sem enxergar ou escutar, com vendas nos olhos e tampões nos ouvidos. Trazendo a atenção para os demais sentidos, a pessoa sem visão e audição era convidada a caminhar pelo terreno, sendo estimulada pelo Atma e pelo resto de seu time com diferentes tipos de orientações: “eu quero que você vá para um lugar de tranquilidade”, ou então “vá em direção ao lugar mais bonito”, “eu quero que você vá para onde estão os pássaros”, “vá para longe dos carros”, etc.

A voluntária Prem Ananda, em sua vez vendada.

Todo o time ficava responsável pela pessoa vendada da vez, cuidando para que ela não se colocasse em locais de perigo mas também estimulando-a de diversas formas: com toques inesperados, folhas e galhos pelo caminho, colocando pedras em suas mãos, andando ou correndo ao seu redor, girando seu corpo, etc.

Eventualmente, os tampões eram retirados dos ouvidos e a pessoa continuava o percurso apenas sem a visão, mas, nesse estágio, o resto do time é que colocava tampões nos ouvidos e ficava sem escutar a pessoa vendada. Nessa fase, a pessoa sem enxergar recebia algumas indagações pelo time, como: onde está a Akantha?, quem está atrás de você?, onde está a rodovia?, onde você está?, onde está a água?, qual o nome do cachorro que está do seu lado?, e a pessoa vendada respondia segundo sua percepção sensitiva.

Algo curioso: quando as pessoas vendadas foram perguntadas pelo time onde estava o lugar mais bonito, todas apontaram em direção ao Sol.

Cada um, em sua rodada vendado, foi convidado a encontrar o Seu Lugar em meio ao terreno, e a permanecer nele observando as sensações e emoções que vinham. Teve quem escolhesse ficar embaixo das árvores, teve quem escolhesse o terreno baldio, teve quem preferisse um relevo de pedras, teve quem ficou entre o sol e a sombra, e teve quem ficou totalmente perdido 😂. A área foi explorada através do tato e das sensações extrassensoriais, estimulando a intuição, a confiança, a atenção e a entrega.

Quando todos já tinham tido sua vez, todos sentaram em roda e trocaram sobre suas experiências, ao que Atma explicou o objetivo da brincadeira: entender como cada um se relaciona com o espaço e com tudo ao redor, como cada elemento influencia na percepção do ambiente, inclusive as pessoas, e como isso influencia na visão arquitetônica da construção da Estação. Houve diferentes partilhas sobre o que incomodou e o que ajudou durante o processo, a diferença entre estar vendado x estar acompanhando a pessoa vendada, o que foi sentido enquanto não ouvia e quando passou a ouvir, como os cachorros sempre acompanharam a pessoa que não via nem ouvia, como que guiando-a, dentre outras percepções. Foram compartilhadas as sensações sobre o Lugar de cada um e o porquê da escolha daquele lugar, trazendo a percepção de que nós sentimos o ambiente para muito além da visão e da audição.

Depois desse compartilhar, chegou a vez do arquiteto Atma, que estava conduzindo toda a dinâmica, caminhar pelo terreno sem enxergar ou escutar. Ele solicitou que os voluntários o conduzissem para o lugar mais bonito sem que pudessem tocá-lo e nem falar uns com os outros. Ele explorou o ambiente e os voluntários o foram guiando sem encostar, até que ele chegou ao local mais bonito escolhido pelos voluntários.

Prem Atma sem visão ou audição, sendo conduzido pelo Lucas.

Quando tirou as vendas, Atma percebeu que tinha andado para uma direção totalmente oposta à que pretendia, e disse:

– Aqui não é o lugar mais bonito. Eu já sei onde quero ir.

E então ele conduziu os 8 voluntários para onde Prem Beeja tinha ido em sua rodada vendada: para o meio do mato. Somente porque Beeja foi até lá sem saber para onde estava indo, ele teve a oportunidade de encontrar um barranco bem alto em meio a algumas árvores. Todos subiram até lá, e encontraram o lugar mais bonito:

Foi uma dinâmica muito interessante, de vários aprendizados e percepções, que permitiu com que os voluntários se percebessem como parte do ambiente e encontrassem o lugar de cada um dentro daquele espaço.

Da esquerda para a direita: Prem Ananda, Isis, Atma, Prem Beeja, Annakkin, Lucas, Akantha, Shivalila, e Suryah tirando a foto.

Gratidão, querido Atma, pela experiência e expansão de cada um, e da própria Estação Flor do Alto!

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O mito do copo de leite (de côco)

“Certa vez, no sertão baiano, havia um Mestre.

Por mais que parecesse às vezes (pelos olhos da dor) sádico, era na verdade a Pureza Manifesta. Tão puro como o leite (de côco). Eu não conseguia ver, e nem podia, pois havia tantos véus encobrindo a visão. Véus “lindos”.

Mas um dia, em meio às distrações normais de uma existência pacata, veio um vento e minha alma pôde ver: esse mesmo Mestre, através dos olhos da pureza, desfrutando como um menino um grande copo de leite (de côco). Ele dava risadas, abraçava o copo. Até pulinhos de alegria juro que vi.

Mestre, ancião, menino.

Bebia e agradecia. Até a última gota, foi todo o leite (já sabem).

Tudo isso, bem na minha frente. Dava pra sentir o amor brotar, a face rubrar, o tempo parar, o coração bater, a gratidão timbrada na face. Que momento, que eternidade.

Pai, que eu sempre perceba a pureza manifesta em ti, em mim, em toda parte. Que eu compreenda as lições de amor que é o viver. Que saiba com humildade agradecer e reconhecer o milagre. E renove sempre a gratidão por estar vivendo a benção da presença de ti aqui. Agora em corpo material à minha frente.

Que eu possa lhe oferecer o que sou, pura e genuína, única. Como o copo de leite (de côco).

Carta ao Buda Saulo Nardelli

É um milagre estar em sua presença.
🙏 Gratidão.”

Por Shivalila,
Voluntária de Campo do Be the Bee, a serviço no Golden Place Rosa de Ouro
(Barreiras, Bahia)

Metamorfose e despertar: voluntária Ana Burgos sobre ida a Barreiras

Me sinto, como se não me sentisse antes.

Sinto o desapegar do conhecido mas também o apego ao conhecido.
Sinto que posso voltar atrás, mas também sinto que é perda de tempo, pois venho caminhando de passinho em passinho para estar onde estou, com a coragem de me ouvir e escolher agir.

Sinto que cheguei em um ponto decisivo das minhas escolhas humanas em que posso continuar na zona de conforto ou ser o que vim ser em terra. E olha, eu já nem me questiono mais, eu só sinto e ajo.

Me sinto saindo de um casulo que era quente acolhedor, controlável e confortável. Sair é assustador porque não controlo e não conheço o que tem no externo do casulo, mas acredito que seja extraordinário porque não há limitações.

Nesse momento, agora, quero me ver, me reconhecer longe das influências maternas.

Quero estar em presença, porque eu sou tão alegre e livre que agora eu preciso ser livre também. Livre para estar aonde meu coração quiser estar, e isso traz minha criança desbravando o mundo aonde não existe nada além da curiosidade, do descobrir, do sentir, do expressar. Mas também amadurecer da tutora (EU) dessa criança, que acolhe, escuta, explica, respeita, e assim, vamos nos fortalecendo, e renascemos.

Então, hoje, minhas esperanças são de poder expandir. E eu sei, eu sei! que irei receber todo o apoio possível, e isso me deixa tão feliz, mas tão feliz, de poder ser compreendida, ouvida e respeitada.

Eu tenho tanto para dizer, para aprender, ouvir e reconhecer.

Ana Cláudia Burgos
em 19/05/2021 (11 dias antes da ida a Barreiras, BA.)

Estamos manifestando uma Estação de Luz com Ashram e Ecovila na Bahia. Quer ser um voluntário na sangha? 👉🏼 Clique aqui.

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ESTAÇÃO FLOR DO ALTO EM MANIFESTAÇÃO (+atualizações e fotos!)

Abençoados pelas graças Divinas deste que é O Eterno, o Divino que está sempre conosco, trazemos notícias muito interessantes sobre o andamento do projeto de construção da Estação Flor do Alto, um presente do Pai para todos nós vivermos uma vida viva em coletividade, harmonia e profunda Compaixão. Neste post você irá encontrar uma oportunidade de perceber o que é a manifestação divina em solo, em que tudo vem a nós por meio de Amor e Doação.

Desde que os primeiros membros da Sangha Platina Solaris chegaram, em meados de janeiro, ao Golden Place Barreiras – a cidade que irá receber e sediar, com muito amor, a primeira Estação e Ilha de Salvação, na Bahia -, muito trabalho, dedicação, planejamento e suor têm sido empregados para a manifestação desse projeto. Quase diariamente, a Sangha recebe relatos lindos dos companheiros do GPB sobre a intensidade e a velocidade com que as coisas têm acontecido por lá, com diversas parcerias, propostas, reuniões, encontros, visitas e novos contatos diários que transformaram recentes estudos de viabilidade em um Projeto Arquitetônico sólido, em curso, e já na fase de viabilidade financeira para início das construções.

O Golden Place Barreiras já recebe seus primeiros voluntários em um terreno de mais de 1.000m², dos quais 600m² são de área construída – um casarão com piscina, galinheiro (atualmente com quase 40 ovos de galinha d’angola chocando para nascimento em breve), horta (com mais de 50 coqueiros plantados, mexirica, limão, laranja, mamão, banana, cana-de-açúcar, maracujá…), e todo tipo de variedades de vida. Você já pode disponibilizar seu nome para se voluntariar e somar forças na manifestação da primeira Estação.

Neste momento, o projeto da Estação Flor do Alto já conta com o apoio de iniciativas privadas e do poder público, além do apoio de universidades e professores se integrando às atividades, com canteiros tecnológicos experienciais de obra, doações de material e de terrenos para as construções. Diversos cursos já estão em fase de viabilização para capacitação em agrofloresta, bioconstrução, segurança pessoal e espiritual, como aulas de capoeira, Tai Chi, yoga de diversos tipos (como a yoga tibetana da região), além de propostas de meditações e cursos como Reiki I estarem sendo transmitidos gratuitamente para toda a população da região – tudo isso em um acampamento espiritual, universitário e tecnológico de ancoramento de Luz e Graça.  

A primeira Estação representará na prática a manifestação de uma cidade para 300 a 500 famílias habitarem e desenvolverem seus processos em meio a espaços de celebração e ancoramento energético, como o Templo do Sol, que reunirá mais de 1.500 pessoas para meditação e comunhão, ou a pirâmide, localizada na praça central, cujo tamanho em escala equivalerá ao de um prédio de cinco a sete andares, criando um poderoso vórtex de energia para um processo real de ancoramento.

A estação contará também com um apiário e um borboletário, além de um laboratório de alquimia com produção de incensos, florais, óleos essenciais, Espagiria, etc. Na agrofloresta, serão plantadas milhares de mudas e frutos como açaí e dendê dentro da geometria sagrada da estação, que servirão de alimento, adubo, combustível e fonte de energia para o autossustento de todos nós.

Clique aqui para ler todos os detalhes sobre a Estação Flor do Alto.

Arenito: material potente e tecnológico retirado do solo que será utilizado na construção das estruturas da estação.

Essa é apenas a primeira de 12 estações que iremos construir ao redor do mundo, e você pode fazer parte disso. Não importa há quanto tempo você conhece a Sangha ou o projeto da Estação, existe lugar para todos e todos são bem vindos! Como diz nosso tutor, Saulo, “sempre tem lugar para fazer mais, sempre tem lugar para servir mais, sempre tem lugar para que a gente faça diferente”. A luz precisa de cada um de nós, trabalhadores da última hora! Se você pode contribuir com o seu conhecimento, força de trabalho, ou conhece pessoas que podem e querem ajudar a manifestar o que estamos realizando, deixamos alguns contatos abaixo para que você mande uma mensagem.

Não estamos mais na era egóica individual. Já entramos na era da manifestação de Ouro, e estamos cada vez mais ancorados em amor, entrega, gentileza, e principalmente, cada vez mais compaixão. O que estamos vivendo e experienciando é fruto de muito amor e muita entrega, e isso tudo está disponível para absolutamente todos. A gente gostaria muito que você sentisse no seu coração: é só levantar a mão e se fazer disponível para ação. 

Com todo amor, generosidade e disponibilidade, aqui estamos para realizar um projeto do mais profundo amor do Pai para a humanidade, e você é convidado – um convidado de honra, pois pediu para estar aqui agora.

Ouça o chamado em seu coração e junte-se a essa Família
Namastê 🙏🏽


Ana Cláudia: +55 (11) 97109-1045
Italma Rios: +353 (83) 351-6839
Ana Paula: +55 (22) 98148-0139

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O FOGO EM ALIANÇA COM OS DEVAS

No último dia 1º de março/21, deu-se início no Golden Place Barreiras [GPB], na Bahia, um processo de emanação para abertura de campo energético — um movimento voltado tanto para o aspecto pessoal, relativo aos moradores da casa, quanto para o Projeto The Golden Walk em sua completude.

Nesse movimento, em profunda entrega e amor, todos os residentes do GPB se reúnem diariamente para a emanação de energia, e desde então diversas manifestações vêm se apresentando a todos os que se fazem disponíveis. Em meio a integrações profundas aos trabalhos da luz, a Egrégora Espiritual atuante nesse propósito juntamente à Sangha Platina Solaris, bem como toda a espiritualidade, são tratados com imensuráveis respeito e amorosidade.

Na noite do dia 8 de março, algo de muito bonito aconteceu.

Formando um círculo em volta de uma fogueira, todos os membros do GPB se reuniram para realizar o envio de energia diário. Ao redor do fogo foram colocadas 8 cadeiras, uma para cada participante presente: fisicamente contava-se 7 pessoas, acompanhadas por um Ser de Luz.

A fogueira já estava acesa e, após a defumação com palo santo em cada um, foi realizado o envio de energia.

Ao fim da leitura dos propósitos individuais e coletivos, manifestou-se, então, o Ser que acompanhava todo o trabalho sendo realizado ali. Amorosamente, deu as boas-vindas e, então, informou que nada irá abalar o propósito da construção da Estação Flor do Alto. Reforçou, ainda: esse projeto conta com a proteção e o amparo de toda a espiritualidade.

Depois dessa mensagem, três voltas foram dadas em volta da casa, a fim de fortalecer a conexão e ancorar a energia.

Retornando para a roda, com o fogo já apagado, todos se sentaram novamente e, nesse momento, a fumaça da fogueira voltou aos poucos a se intensificar, sem que ninguém interferisse. Girando, intensa, ela foi passando em volta de cada um ali presente, defumando a todos sem que nenhuma ação de qualquer um fosse necessária.

Após a fumaça envolver lentamente um por um, repentinamente a fogueira reacendeu em um fogo intenso. Em poucos minutos, voltou a se apagar.

Eis que então mais um Ser, desta vez um Deva, apresentou-se, trazendo os seguintes dizeres:

Este fogo sela a Aliança com os Devas.

Assim, o trabalho daquela noite foi selado e finalizado.

Nosso tutor Saulo nos relembra constantemente da existência do que chamamos em Sangha de ‘fenômenos’, trazendo sempre a ressalva de que não devemos nos apegar a eles. Ainda assim, é através de toda manifestação que somos apresentados, relembrados e reafirmados sobre o amparo de toda a espiritualidade para com tudo o que está sendo e ainda será realizado aqui.

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DEVA KARAN YAH: a primeira!

A história que vamos contar hoje é mais uma das incríveis manifestações da Caminhada de Ouro – o projeto The Golden Walk. A cada passo dado, uma nova, linda surpresa do Pai encontra seu caminho até nós. 

Primeiro vivenciamos a doação do lote para construção da Estação Flor do Alto. Pouco depois, presenciamos a manifestação da Chácara Estrela das Águas, que receberá os voluntários do Bee The Bee. Agora, um presente vindo diretamente do Divino, uma semente plantada no coração de cada um de nós que floresce no momento certo. É sobre isso que iremos falar hoje – de algo muito lindo que aconteceu no último dia 22 de fevereiro.  

Em meados do mês de janeiro, alguns membros da Sangha Platina Solaris chegaram a Barreiras (BA) para iniciar os trabalhos de construção da primeira estação de luz, a Estação Flor do Alto. Após a instalação dos novos moradores no recém nascido Golden Place Barreiras [GPB], uma cerimônia foi conduzida por Saulo, o tutor da Sangha, na presença de vários voluntários do projeto, para o ancoramento do Portal Rosa de Ouro. Todos foram apresentados à casa e informados de que o GPB estava oficialmente aberto para receber voluntários. Foi então que Vivian Lemos, voluntária do projeto The Golden Walk, levantou a mão e se colocou disponível para o servir desinteressado. Vivian não tinha ideia, mas naquele momento, ela se abria para receber tudo aquilo que é de seu merecimento. 

Vivian Lemos chegou à Sangha em 2019, mas permaneceu no grupo por algum tempo sem se dar a oportunidade de uma participação efetiva nas atividades propostas. Foi somente em novembro de 2020, ao ouvir sobre a Estação Flor do Alto, que seu coração pulsou mais forte e ela retornou ao grupo. Em uma semana já havia se tornado voluntária do projeto The Golden Walk e, em um movimento de profunda entrega ao mistério divino, no dia 30 de janeiro de 2021, Vivian chegou à cidade de Barreiras, na Bahia, marcando o início do voluntariado no Golden Place Barreiras. 

Uma das práticas adotadas com os voluntários do GPB é uma Audiência com Saulo (momento de escuta profunda e atenciosa do Ser), tanto no início da estadia quanto na finalização do trabalho de voluntariado. Nos momentos em que se despedia da casa, após 25 dias de entrega abnegada, Vivian se sentou com Saulo para sua Audiência e finalização do serviço que ali havia sido entregue com tanto amor e dedicação. Através da prática da respiração profunda, harmonizaram a energia do campo e eis que algo muito lindo, puro e verdadeiro aconteceu. 

Ao olhar para Vivian à sua frente, o que Saulo viu foi somente uma flor violeta perolada, em tons bem suaves, inicialmente fechada. Aos poucos, a flor lentamente foi se abrindo, abrindo, abrindo… Até que se abriu completamente, e lá estava a Presença de Vivian. Serena, sua Presença olhou para Saulo e disse:

Karan. Deva Karan.

Naquele momento, Saulo soube que esse era o verdadeiro nome de Vivian, seu nome espiritual. Pelo fato de não saber e se abrir para a sabedoria do que é universal, do que é o Universo, do que é o Cosmos, Saulo foi pesquisar a origem do nome e assim descobriu: Karan é um nome originário do sânscrito indo-europeu, e significa “A PRIMEIRA”. 

Karan, quando recebeu a informação de seu nome, ainda sem entender, entrou em um estado de felicidade profunda, um estado de completude e pura emoção. Ela ria e sorria, e ria e sorria, dizendo que não conseguia explicar, mas todo o significado oculto de seu nome fazia jus a muitas coisas que somente ela conhecia sobre si mesma

Após esse momento, todos os presentes em Sangha receberam, em seu terceiro olho, o Kumkum (espécie de argila de cúrcuma vermelha embebedada no azeite), em sinal de vitalidade, gratidão e força. Todos uniram as mãos formando um círculo em volta de Karan, entoando seu nome por três vezes, emanando energia amorosa, desejando por três vezes amor, gratidão, fé, benção e compaixão. E assim, todos se abraçaram e choraram. Ao final, Prema Dhyaan ofereceu a todos água com flores de jasmim, ao que celebraram e brindaram a chegada d’A Primeira

É dessa forma que damos as boas-vindas à nossa PRIMEIRA voluntária do Bee The Bee: recebendo da sua própria alma o reconhecimento do serviço, da entrega, da gratidão, ao doar-se como seu próprio nome. Deva Karan Yah é agora o nome da Vivian para toda a Sangha.

Gratidão, DEVA KARAN YAH, de toda a Família Sangha Platina Solaris, por tamanha entrega em amor, fazendo jus ao seu próprio nome: a Primeira, a Desbravadora, a Corajosa!

Uma profunda reverência à Sua Presença! 🙏🏼